
Moradores da região de Boiçucanga, em São Sebastião, registraram boletim de ocorrência denunciando um homem que se apresentava como advogado, mas que, segundo as vítimas, não possui registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e teria causado prejuízos financeiros a diversas pessoas.
De acordo com os relatos, o homem utilizava um espaço que se apresentava como escritório de advocacia para captar clientes, solicitava pagamentos antecipados para supostos processos judiciais e, após receber os valores, não dava andamento às ações nem prestava esclarecimentos.
Uma das vítimas informou ao Gazeta Costa Sul que perdeu mais de R$ 3 mil após contratar o suspeito para tratar de processos relacionados à pensão alimentícia e guarda compartilhada.
“Ele dizia que era advogado, pegava o dinheiro e enrolava. Nunca apresentou OAB, nunca entrou com processo. Perdi dinheiro e ainda tive prejuízo nos casos que precisava resolver”, relatou.
Ainda segundo a vítima, outras pessoas da mesma família e conhecidos também teriam sido enganados pelo mesmo homem, que posteriormente trocou de número de telefone e passou a não responder mais mensagens.
No boletim registrado na Polícia Civil de São Sebastião, a ocorrência foi classificada como estelionato (artigo 171 do Código Penal).
O documento relata que o suspeito se apresentava como prestador de serviços jurídicos, mas não comprovou em nenhum momento possuir habilitação profissional nem registro na OAB. A vítima efetuou pagamento acreditando que os serviços seriam prestados, o que não ocorreu.
Após buscar orientação com uma advogada devidamente habilitada, a vítima descobriu que nenhum processo havia sido protocolado.
Mensagens que circulam em grupos de moradores da região também apontam que outras pessoas teriam passado por situações semelhantes, com pagamentos antecipados e ausência de qualquer serviço jurídico efetivo.
Em um dos relatos, uma moradora afirma que foi enganada por mais de dois anos, período em que o suspeito dizia estar cuidando de processos, que posteriormente foram identificados como inexistentes.
O local onde o homem atuava se apresentava como escritório jurídico, com fachada e identificação de serviços de “correspondência e advocacia”.
Segundo as vítimas, foi somente após procurarem profissionais regularizados que descobriram que o suspeito não possuía registro profissional.
A Polícia Civil deve apurar os fatos para verificar a extensão dos prejuízos e a existência de outras vítimas.
O Gazeta Costa Sul reforça que as informações divulgadas se baseiam em boletim de ocorrência e relatos formais das vítimas.
Eu Cleverson Fragoso, venho, por meio desta nota relatar e exercer o meu direito de resposta: Tendo-se em vista às acusações proferidas por algumas pessoas deste grupo, venho, carenciosamente, pedir que tirem tal difamação contra minha pessoa e meu trabalho.Pois, nunca me identifiquei como advogado. E quem tenha provas leve à frente as acusação, mas, saibam de antemão que denunciar alguém sem provas também é crime ( denunciação caluniosa) e eu exercerei os meus direitos. Sou correspondente jurídico, vejam em meus cartões e conversas. Sobre a minha sociedades e parcerias com advogados eu desfiz. E estou disposto a estar resolvendo amigavelmente com meus clientes, meu celular está no conserto, assim que tiver em mãos chamarei os que tenho ainda vínculo e esclarecerei.
Mas caso haja urgência por gentileza entrar em contato neste número de telefone :
12 988312155